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quarta-feira, 10 de março de 2010

Quero voar...


Imagem by Tiago Palma



Ultimamente ando mais reflexiva que o "meu" normal, já que a frase que melhor se adequa à minha personalidade é "penso, logo existo". Mas, tem horas que enche o saco essa minha mania, quase uma obsessão de querer entender tudo. Um medo terrível de ser surpreendida, um desejo utópico de querer controlar a rosa dos ventos, as marés e o que tenho guardado no coração.

Até já sei que não se doma o mar e muito menos a disciplina do desejo. O que dizer então de certos amores e momentos que ficaram perdidos no tempo. E quando a gente menos espera submergem, devoram o pensamento e insistem em fazer morada no coração.

E tem os dias que começam com uma certa alegria, uma possibilidade de um encontro porque você ainda faz parte dos meus sonhos. Dias em que a sua presença é tão marcante que quase consigo te tocar, que vejo seu sorriso e sinto o seu olhar pousado em mim.

Mas a saudade aperta, esmaga e dilacera o coração. Ah! como eu queria te encontrar, nem que seja por uns momentos apenas, para ver se essa dor que carrego no peito fique menor ou que aumente tanto que eu nem consiga respirar, e assim eu possa me libertar dessa loucura que é ainda te amar.
Ou que eu desista de entender tudo e me permita voar...

by Giu

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

CHATOS


Imagem by Daniel Pedrogam


Você já parou pra pensar que as conversas dos "CHATOS" não tem ponto, muito menos parágrafo? É sempre uma verborragia e na maioria das vezes eles sempre conseguem impor seu tema. O "CHATO" é tagarela por excelência, como se os ouvidos dos outros precisassem de penitência.Ah! E os assuntos, sempre os mais variados porém "CHATOS" (rs).

Você já percebeu que os "CHATOS" estão sempre certos e entendem de tudo? Mas na verdade são simplesmente "CHATOS". Que bom seria se os cientistas, através do estudo do DNA, descobrissem uma maneira de calar o "CHATO". Porque, infelizmente, o "CHATO" não tem escrito na testa que é um "CHATO". Essa descoberta, nos pouparia de tantos dissabores, como por exemplo, ficar à mercê de um "CHATO".

Se a palavra "CHATO" estivesse escrita na testa, quando este ilustre babaca dobrasse a esquina, poderíamos imediatamente fazer como o Leão da Montanha do desenho animado e "saída estratégica para a..." Qual seria o pior "CHATO"? Chato-vizinho, chato-parente, chato-msn, chato-ex (não confunda com ex-chato porque acredito que este não exista), etc.?

Agora, se você está achando esse papo "CHATO", dá um desconto (sei que você riu e também "tem" alguns "CHATOS"), porque todo mundo tem o direito de um dia ser "CHATO", inclusive eu (rs).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Quando o encanto acaba...


Imagem by Ana Dias



O que dizer quando o encanto acaba? Nada, simplesmente ressurgir das cinzas como uma fênix e voar, simplesmente porque de repente, olhei e vi alguém muito diferente de quem me encantou, e pensei como é difícil enxergar pela primeira vez esse alguém despido da perfeição que imaginei.


E me perguntei “eu estava abduzida”?

Mas é claro, simples assim, fui abduzida pela sua presença envolvente e que de repente, sem explicação, o colorido ficou dark, já não sinto mais saudade. E é bom que seja assim porque amar é um dos melhores sentimentos do mundo, nos torna mais radiantes, mais azuis (as minhas borboletas são azuis, remember?), massssssssssss, é o esquecimento, que nos torna livres para poder amar de novo e ser feliz.


Por isso é que fui, vou admirar outras paisagens, outros olhares, outras emoções, e mesmo sabendo que deixo um pouco de mim com você, sei que vou sempre submergir, mais feliz, mais leve, mais feliz, e só tenho uma coisa a lhe dizer “você foi o sorriso mais lindo que eu já vivi”...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Valentines Day


Imagem by Alexandra Ferreira



Valentines day são todos os dias para quem está amando. Todo dia é dia de amor, de sorrir, de dar o seu melhor e assim ser o seu melhor, sempre. De acordar gaguejando flôres, cantando ainda que desafinado, mas cantando porque a harmonia está dentro de você, em total conexão com o seu amor.

Quando se tem um amor e quando não se está junto as horas não passam, rastejam. Mas quando juntos, o tempo é de sentir, desejar, tocar, amar, viver cada momento como se fosse o último. Tempo também de ser criança e feliz, de não ter medos, de se soltar e viver a plenitude da entrega, a magia de ser dois e ao mesmo tempo ser um.

Não tema o romantismo, não teorize sobre o amor, siga o destino dos sentimentos aqui e agora, jogue para o alto todas as jogadas e estratagemas. Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto, por isso tudo, simplesmente ame e deixe o seu amor te amar...


"A grandeza do amor está na impossibilidade de sua catalogação, cristalização, definição, congelamento em fórmulas, formas e fôrmas. Ele é tão amplo, misterioso e profundo que sempre está além de onde o colocamos. Sempre surpreende. Sempre é mais. É outro. Aparece diferente. Aumenta na hora de acabar. Diminui na hora de existir. De vez em quando, coincide. Enfada, se permanece. Assusta, se ameaça partir. Cansa na constância. Desanima na insconstância. Cresce, porém, na constância. Vive de um estranhamento mas é carregado de afinidade. Eriça e aplaca sem inverter a hora certa de cada um (...)" (ARTUR DA TÁVOLA)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Vontade de carnaval


Imagem by Baú de Guardados


É carnaval, momento de nostalgia total, de lembranças boas, principalmente da infância. Das matinês, do confete, das marchinhas, das fantasias e principalmente da alegria. Saudades das fantasias de baiana, pirata, havaiana e palhaço, das estrelinhas coloridas na face. Saudades dos amigos queridos, de "pular" carnaval rodando pelo salão e cantando "mamãe eu quero, mamão eu quero".

O tempo foi passando mas o carnaval era sempre alegria. Saudades do Makalu, "Maka, Maka, Maka, Makaluuuuu, o bloco é quente, é quente pra chuchuuuu. Maka, Maka, Maka, Makaluuuuu, quando ele entra pula mais que canguruuu. As nossas fantasias sempre têm um ideal. É pular a noite inteira para animar o nosso carnaval". Quem viveu tudo isso sabe do que estou falando, se lembra dos tempos de alegria, até das bandas made in PY que cantavam as marchinhas assim "ôlha a cabeleira do Zêze, sêra que êle ê,sêra que êle ê..." (rs).

Como era gostoso o preparativo, os encontros para decidir as fantasias, momentos de muitas risadas, já era o espírito do carnaval contagiando cada um de nós com a sua alegria. E no final de cinco dias de folia, ainda queríamos mais, queríamos continuar na fantasia que a vida era só de alegria.

O tempo passou, o carnaval mudou mas o sentimento ficou. Hoje o carnaval é diferente ou fomos nós que nos tornamos (IN) diferentes?

Ah! Como eu queria de novo toda aquela magia, nem que fosse por apenas cinco dias, mas o tempo não pára e em breve seria quarta-feira...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Borboletas no estômago...


Imagem by Internet



Minhas borboletas são azuis...e você? Já descobriu a cor das suas? Ah! Não me venha com essa de "não sei", todos nós temos, a não ser que você seja de cera, sem vida. Do que eu estou falando? Calma, vou explicar (rs):

Estou falando daquela sensação que sentimos quando estamos apaixonados, aquele friozinho que dá quando o celular toca e é o seu amor. Quando você abre o seu e-mail e está lá na caixa de entrada um e-mail dele. Quando ouve uma música e sente o arrepio do toque, o gosto da pele, o beijo...

Nessas horas você não sente o farfalhar das borboletas no estômago, em revoada, disparada, batendo as asas sem parar...te deixando meio tonta, meio sem fôlego, sem ar?

Ah! Quem não tem borboletas no estômago não sabe como é bom...como é boa essa desorientação, esse andar distraído, cantarolando flores e emoções. Deixar se tomar pela vertigem, surpreender-se, afinal, amar é apesar, é a despeito, é "mesmo assim".

Se você não tem borboletas no estômago, cultive-as, porque poder sentí-las é querer, é permanecer acreditando, é atenuar as próprias dúvidas, é revolver infâncias e redescobrir adolecências espantadas, é aceitar o enigma, é aprender a viver.

As minhas são azuis e as suas?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Uma oração...


Imagem by Internet



Tem dias que acordo assim, meio reflexão, meio exaustão, um certo cansaço. Cansada de gente, não de todas as "gentes", só dos medíocres. Ah! E quantos são. Quisera eu ter uma metralhadora giratória, uma "medío-mira", que girasse sem parar e só acertasse aqueles que passam a vida toda tentando ser o que não são.

Na verdade, sinto muita pena de pessoas assim, como deve ser infeliz a vida de quem não vive a sua vida, que passa a vida tentando ser como o "outro", objeto de sua admiração. Pessoas assim são carente de alma, são vampiros emocionais, não conseguem refletir-se nos espelhos, são apagados, mortos, insignificantes, sem luz.

Ainda escrevo sobre "isso" quem sabe pela necessidade latente de exorcizar definitivamente de perto de mim, mas agora chega de dedicar tempo e palavras com esses seres amórfos. Vamos falar de alegria, de brilho, de luz, de gente FURTA-COR.

Ah! Como é bom ter a alma livre, ser do bem, ser o que você é e não se importar com o que não é ou nunca poderá ser. Ser livre, livre das amarras da inveja, das algemas do ódio, das grades da hipocrisia. Bom mesmo é ser assim, feliz.

É acordar todos os dias e ter só o que agradecer, ter uma família maravilhosa, ter amigos de verdade, ter saúde pra dar e vender, ter o coração tranquilo, ter a vida pela frente refleta de coisas boas, ter o mundo a sua volta e o mundo em volta de você e para você, sempre, porque afinal de contas, o mundo é seu porque você é o mundo, é inteiro, é pleno, é radiante. O mundo não gosta de gente medíocre, o mundo gosta de gente assim como eu, que é feliz em cada minuto do viver...

E para encerrar, dedico um texto do Artur da Távola, na esperança de que ao ler, alguns medíocres da vez, comecem a realmente viver...

ORAÇÃO
(Artur da Távola)

Que o jovem, jovie e o velho, velhe. Que a moça, moce e a luz, luza. Que a paz, paze; o som, soe; a mãe, manhe; o pai, paie. Que o sol, sole e o filho, filhe. Que a árvore, arvore; o ninho, aninhe; o mar, mare. Que a mão, maõe e o pé, péie. Que a cor, core e o abraço, abrace. Que o perdão, perdoe. Que a letra, letre. Que o alvo, alve. Que o negro, negre. Que a avenca, avenque e a flor, flôra. Que o coração, coraçõe e a reza, reze. Que a criança, criance. Que tudo vire verbo e verbe. Verde. Como a esperança. E, como no princípio, sejamos verbos e inaugurais.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

MAFALDA x SMURFETTE às avessas...


Imagem by Marta Ferreira


MAFALDA x SMURFETTE II


Voltando ao tema MAFALDA x SMURFETTE, só que às avessas, ou seja, voltado para o sexo masculino. Qual seria a preferência das mulheres, o "bunitinho" (lindo e burro como uma porta) ou o tipo intelectual? É preferível alguém que não pode sair de casa nas noites de terça, para não perder quem irá para o paredão do BBB ou alguém que passa horas discorrendo sobre a influência de Woody Allen no cinema europeu? Será tudo uma questão de referencial, fase da vida, rebeldia ou desilusão?

Mas definitivamente, o que realmente não sei conviver é com gente burra, e o que é pior, acha lindo. Não estou dizendo que para mim o homem ideal é aquele que de tão culto torna-se chato, porque na verdade a inteligência vai muito além de enfileirar conhecimentos. Mas burrice, só nascendo de novo...

Quando saio na noite, quase de maneira incontrolável, começo a observar o tanto de tchuchucos e tchutchucas, que só faltam estarem espetados e rodando na Dog TV (aquelas “máquinas” de assar frango rodando, lembra?). Tem sempre um cachorro babando na frente, super racional, né?

Tem uma crônica da Ailin Aleixo (sou fã de carteirinha mesmo), na qual ela diz o seguinte: “muitas pessoas vivem como se precisassem ficar cada vez mais atraentes pra não se sentirem um item encalhado na gôndola do supermercado - a embalagem é o mais importante num produto. É pelo brilho do papel que se atribui o valor da mercadoria. Elas se esquecem de que ninguém consome embalagens; o destino delas é o lixo. Embrulho só serve pra proteger e embelezar o que realmente importa - o conteúdo”.

Não estou fazendo apologia ao sedentarismo, claro que não. Mesmo sendo ré confessa, de que tenho uma tendência incontrolável para o ócio, claro que criativo, ou seja, sempre um excelente livro, uma boa música, um bom filme, nesses casos fecho com o grande poeta Manoel de Barros, “não saio de dentro de mim nem pra pescar”.

Também não estou querendo ser metida à besta ou intelectual de carteirinha, que só acha interessante as pessoas que já leram Descartes, Nietzsche, Durkhein e cia ltda. Mas viver só de BBB, Caras e gibi do Pato Donald definitivamente não dá.

Quem sabe, você, assim como a Ailin Aleixo e eu, não está no supermercado errado?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

OVELHA NEGRA


Imagem by Paula Anddrade

Essa é p/ você, meu amigo, que como eu, nasceu com a alegria na alma e no coração...

Sempre fui a ovelha negra da família. Sempre fui aquela que nunca se escondeu, que sempre expôs a sua essência ainda que contrária aos outros. Sempre achei esquisito esse lance de fazer o que não concorda, de dizer o que não sente, de viver o que é não é, só para agradar a maioria.
É verdade que se paga um preço muito alto por ser assim, afinal de contas, a autenticidade do outro dói naqueles que a invejam. Se o preço é alto, dane-se, porque os benefícios sempre foram maiores. Infelizes daqueles que não se permitem viver a vida, que se escondem atrás de máscaras, que não vivem a própria vida de tanto olhar por cima do muro a vida dos que admiram, mesmo não admitindo.
Felizes as ovelhas negras como eu, que sabem tirar da vida o que melhor ela oferece, que tem a leveza na alma e no coração. Afinal de contas, saber sentir o vento te tocar, o frescor da terra molhada, o acariciar das águas de um rio, a beleza do nascer e do morrer do sol todos os dias, não basta querer, tem que ter certa melodia.
Não são todas as pessoas que conseguem no toque, sentir arrepio. Na música, a melodia. No beijo, o desejo. No coração, o calor de uma paixão. Para estes, digo "sinto muito", mas ainda há tempo.
Basta se permitir asas, o resto será consequência.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ALMA DE ANARQUISTA


Imagem by Miró

Tenho alma de anarquista, um jeito meio Mafalda de ser, o vício de desequilibrar. Duas pessoas me consomem, opostos dentro de mim, aventura e pés-no-chão. Sou poeta, sou uma tentativa de fotógrafa e adoraria saltar de pára-quedas só para sentir vertigem. Sou de gêmeos, sou de lua, sou do mundo. Em segundos faço fenômenos, equações sem solução, sem razão. Ouço sempre as mesmas músicas. Adoro comer comida japonesa e ir p/ Bonito, sempre duas possibilidades maravilhosas. Já aprendi algumas coisas úteis: não se deve ir à restaurante japonês de blusa branca e é melhor estar entre dois loucos que perto de um imbecil. Aprendi que as teorias são incomensuráveis. Sei que o mercado não se auto-regula e que a história importa. Apago algumas pessoas da memória como filmes sem importância, sem maldade, elas apenas esmaecem até desaparecer, "destruição criativa". Tenho cama de casal, três edredons e seis travesseiros, em uso simultâneo, tudo junto e ao mesmo tempo. Dirijo muito bem. Viajo de avião feliz, mas bom mesmo é viajar de carro. Às vezes fico insuportável, uma mania de querer o impossível, odeio abandonar no infinito o que me traz felicidade. Acho o cinismo inevitável quando nos tentam fazer de idiota e nessas horas, a minha ironia torna-se uma pista onde danço como se pisasse nas centelhas de uma vertiginosa estrela. Às vezes morro de vergonha de ser um pouco atrevida. Tenho idéias esdrúxulas e pirraço meus amores, mas eu mimo também. Escolho um homem que tenha coragem de me tratar como uma mulher. Sou intensa, me transformo em outras e nada me assusta tanto, nem me agrada tanto. E no final das contas, sei que, ser feliz, não é questão de sorte ou azar. É questão de perspectiva...

domingo, 24 de janeiro de 2010

ALTERNATIVOS


Imagem by Nélio Filipi

Hoje foi a noite dos alternativos, segundo a Jaku Mor, "eu adoro lugares alternativos"...mas de tão alternativo, eu estava achando a melhor alternativa sair de fininho...e foi o que eu fiz, qdo o mala do Nilson (meu amigo, mui amigo...kkk), resolveu me apresentar o seu amigo. Bah! Quase derrubei as caixas de som, etc. Só deu eu agachada no meio da multidão. E por que corri? Medo de gente...rsrs.

Parece que tem tanta gente aos sábados que muitas vezes sobra...rsrsrs. E se sair na Globo, dá nada não, pior mesmo foi abraçar a pilastra e chamar de "Mirtão"...rsrs

Quem é Mirtão? Quer saber? Ah! Nem te conto...rsrs

Mas voltando à Globo, só vai dar as Jaku's no Sérginho sábado à noite. Mas euzinha, que vos falo e escrevo esse blog, vou falar que é mentira...afinal, vc acredita no que vê ou no que eu falo??? rsrsrs

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

MAFALDA x SMURFETTE


Tira by Quino

Quando crescemos e em tese amadurecemos (rs), olhamos para trás e vemos com outros olhos muitas coisas da nossa infância, inclusive os desenhos animados. Alguém já disse (não me recordo quem é esse “Alguém”), que as estórias infantis estão recheadas de insinuações veladas. Sem levar para o lado neurótico e tão pouco para teorias conspiratórias, optei por escolher duas personagens da minha infância para fazer um contraponto, uma brincadeira, ainda que séria.

Para tanto, vou esboçar o perfil das duas:
1) Smurfette – A única mulher na vila dos Smurfs, criada magicamente pelo Gargamel para infiltrar-se na vila e roubar o livro de magias do Papai Smurf. E que melhor espião seria aceito numa aldeia só de homens? É claro, uma mulher. Entretanto, Smurfet, sabe-se lá o porquê, é claro que existem algumas teorias, porque sempre existem (rs), acabou se rebelando com o criador, passando a viver definitivamente com os Smurfs. Não podendo deixar de fora o fato que, quando foi criada, ela tinha o cabelo preto, depois que ficou boazinha, tornou-se loira, é mole? (rs). Ah! Não podendo deixar de fora a farra dos cogumelos (rs).
2) Mafalda – Em meados da década de 60, surgiu na Argentina uma personagem. Uma menina de 6 anos que surge para desconstruir as visões conservadoras sobre a política, a moral, a economia e a cultura. O “pai” da menina é o Joaquín Salvador Lavado (popularmente conhecido como Quino). Mafalda é uma menina que se espanta diante do mundo e não aceita as “normalidades e obviedades” da realidade cotidiana.
Enfim, o ponto onde quero chegar é: ESPEREÓTIPOS.
A pergunta que não quer calar: SMURFETTE’s ou MAFALDA’s? Qual dos dois estereótipos ou modelos (como preferir) faz parte do referencial dos homens? Seja sincero e não tente ser politicamente correto.

domingo, 17 de janeiro de 2010

OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA


Hoje acordei irremediavelmente pensativa. Eu, meus botões e as minhas amigas geminianas, porque quando uma geminiana acorda assim, só outro ser da mesma natureza para interagir.

Fazer logo o que se quer seria a receita da felicidade? Por que na maioria das vezes agimos como ostras e morremos de medo de algo entrar e nos contaminar? Não só aquela armadura contra o que realmente é ruim, mas também aquela que nos protege das emoções, simplesmente pelo medo de fechar os olhos e se entregar.
Proteger-se do que? De sofrer? A gente de alguma maneira acaba sofrendo e é por isso que OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA (como diz Rubem Alves). Não fazer pérola para nós (não ostras...rsrs) é não viver, não sentir, não se permitir amar, se entregar, deixar que os sentimentos passem sem nos tocar, sem deixar marcas. E daí se não foi o nirvana? Afinal, nem só de momentos felizes a vida é feita.
Preciso repetir isso como um mantra, porque esse medo de se entregar vive rondando e tentando morar embaixo da minha cama...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Eu juro...


Imagem by Joana Silva

Quem nunca fez promessas assim para o ano novo que atire a primeira pedra.

Eu concordo com o Fabrício Carpinejar: "Tenho dificuldades de cumprir as promessas que me fiz. Não há ninguém para cobrar".
Então lá vai...

EU JURO...
1) Organizar as fotos do computador.
2) Não ficar de novo com aquele ser enrolado, só topo novos amores.
3) Limpar o armário e trocar com as amigas as peças que não uso mais.
4) Nunca mais dormir de maquiagem, mesmo que sejam 6h da manhã e que eu tenha enxugado meia garrafa de Absolut.
5) Comprar uma pasta e organizar os comprovantes de pagamento de acordo com o tipo e o mês.
6) Não comprar em liquidação só porque está tudo baratinho.
7) Não deixar minha declaraçãso de imposto de renda para o último dia.
8) Usar protetor solar todos os dias.
9) Reciclar o lixo.
10) Não apertar o botão "soneca" cinco vezes antes de levantar.
11) Ser menos irônica.
12) Que sempre cumprirei as promessas que faço.

Acho que para 2010 é só!