quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Giselle Zamboni



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Como você mesma sempre diz, TE SEQUESTREI...
Rá!

by Giu




O vermelho...

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Comprei um vestido vermelho, lindo, sexy, bárbaro!

Confesso que é o primeiro vestido de festa vermelho que vou vestir, e por ser o primeiro, fez-me refletir. Por que o primeiro? Por que é a cor do pecado? Por que só agora ouso cometer esse pecado?

A verdade é que chega determinado momento da nossa vida, na minha pelo menos, que podemos nos permitir realizar todos os desejos, vontades, ousadias. Momento em que não nos importamos mais com as opiniões dos outros, da multidão. Momento de preocupar-se somente com quem nos importa, interessa, faz diferença na nossa vida, amamos e nos faz feliz.

No Japão, quando um homem faz 60 anos, ele compra um blazer vermelho, antes ele não pode usar essa cor porque ela é atributo dos deuses. Quem tem permissão para usar o vermelho, tem permissão para tudo, é a cor dos privilegiados. No Ocidente, vermelho é a cor do pecado, da luxúria, da paixão.

Será que inconscientemente descobri que posso e devo usar a cor do pecado? Porque hoje sei que não é o pecado ou o medo do pecado que nos traz sabedoria, que a luxúria na dose certa não faz mal à ninguém e que a paixão é o que nos mantém vivos.

Quando uma mulher descobre certas coisas, ela passa a conhecer de onde se extrai o destino...

by Giu




"Viver é mágico e inteiramente inexplicável."

(Clarice Lispector)







quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Timão


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Sou tua, te amo e nunca vou te deixar...


By Giu




Germinar


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Porque assim é o amor,
Mesmo em corações de pedra, ele insiste em germinar...

(Graças à Deus!!!)


by Giu





''Enfeite-se com margaridas e ternuras
e escove a alma com flores,
com leves fricções de esperança.
De alma escovada e coração acelerado,
saia do quintal de si mesmo
e descubra o próprio jardim..''

(Drummond)





SOL DE PRIMAVERA - Beto Guedes

Sol de primavera abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender...


terça-feira, 31 de agosto de 2010

+Tu

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Porque eu não resisto e sequestro...
Lindo demais!!!

by Giu



Para ler +De +Tu http://bahrboletras.blogspot.com/2010/08/tu_31.html



Há momentos


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Há momentos em que a vida pede colo, pede aconchego, pede o nosso afeto. São momentos em que devemos nos acariciar com o melhor que existe em nós, com toda a ternura que devemos dedicar a nós mesmos, e saber que a paz está lá onde sempre esteve e existiu, dentro de nós mesmos. A vista é a mesma, o que muda é o olhar.

Há momentos em que devemos aceitar e tentar entender as escolhas e decisões das pessoas, por mais que nos cause dor e sofrimento. São momentos em que temos a certeza que somos gente de verdade, e que fazemos parte desse mistério chamado vida, em que se vive a felicidade e muitas vezes também as impossibilidades.

Há momentos em que é preciso plantar e momentos de colher. São momentos de renovação, de encerrar ciclos, de ver o mundo e as pessoas com novos olhos, e oferecê-los com as luzes, as cores e o brilho que moram neles, porque a alma só ouve a palavra que existe no olhar, e nos meus só há poesia.

Há momentos em que é preciso saber que a vida é bela apesar de todas as lutas e desencantos, que cada momento de beleza vivido e amado, por mais efêmero que seja, está destinado à ser eterno. São momentos de compreender que o tempo da vida se marca por alegrias e tristezas, inícios e fins, e que depois de um dia nublado sempre existirá o brilho do sol.

Há momentos em que temos a certeza que as dores passam, o tempo passa, as estações se sucedem e depois do inverno, a primavera sempre chega e com ela, o tempo de flo(RIR)...

by Giu




"Deixar que as coisas morram e abram espaço para o novo. Aceitar o intervalo da travessia, em que as coisas não têm mais a forma antiga nem ainda a forma nova. O tempo da crisálida: nem mais lagarta nem vôo ainda. Respeitar a cadência natural das gestações. Lembrar que precisamos ser delicados e generosos com nós mesmos para atravessar a frente fria até o sol surgir de novo. Lembrar que tudo é impermanente."

(Ana Jácomo)




segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Que seja doce...


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Para expurgar uma decepção, preciso da doce melodia da poesia. Renasço com mais fé...

by Giu






"Vou ser feliz, sem me importar com o que isso irá causar aos outros...o importante é que não estou fazendo mal a ninguém, pelo contrário! Estou apenas enterrando as impurezas e toxinas da minha vida e deixando brotar uma bela e frutífera árvore, e que seja doce."

(Caio F. Abreu)




domingo, 29 de agosto de 2010

Meus queridos leitores,


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Meus queridos leitores,

Hoje o Blog completou 15.000 visitas. Para muitos pode não ser nada, mas para mim é muita coisa, sinto-me lisonjeada e abraçada por cada um de vocês que vem passear por aqui.

Aproveito para dizer que A-D-O-R-O os comentários que muitos de vocês deixam, porque faz deste espaço, além do lugar em que posso dizer muito do que sinto, do que apre(E)ndo do mundo, um lugar onde cada um que por aqui passa, deixe um pouco de si.

Vez em quando chega até mim algo que alguém disse sobre o que eu escrevo, coisas do tipo, "nossa mas a Giu anda tão triste, veja o que ela escreve". À vocês, meus amores, quero dizer ou melhor, deixar que um trecho de uma crônica do Artur da Távola fale por mim sobre o que é escrever:

"A crônica é, ao mesmo tempo, a poesia, o ensaio, a crítica, o registro histórico, o factual, o apontamento, a filosofia, o flagrante, o miniconto, o retrato, o testemunho, a opinião, o depoimento, a análise, a interpretação, o humor. De outros (...) Vamos tocando e cantando, entoando a vida nela perdidos, embebedados por seus acasos, variações, construções sempre imprevistas (...) Não conseguimos ficar sem registrar dor, encanto, enquanto, em canto, riso, escárnio, ironia, lágrima, capaz/idade de pensar sobre o contingente e sobre o necessário (...) A melhor crônica não a escrevemos. Ela nos escreve."

Já o poeta é aquele que muitas vezes passa horas e horas debruçado sobre o prazer interior de juntar palavras e buscar novos significados para velhos sentimentos, como disse Oscar Wilde, "passei a manhã inteira debruçado sobre uma vírgula, que, de tarde, aflito, repus". O poeta é aquele que é desafiado pela sensibilidade de juntar as palavras para mostrar o re(VERSO) das coisas.

Portanto, o que escrevo aqui muitas vezes está relacionado ao sentimento e a vida de outras pessoas, embora impregnado das emoções, sensações, percepções e sentimentos meus. Afinal, tudo aquilo que nos propomos a fazer, seja amor ou poesia, tem que ter a nossa essência para valer à pena. Ou, usando o meu lado da Academia, quando estamos na seara dos sentimentos e das emoções, impossível separar o sujeito do objeto.

Eu, no entanto, sou uma simples aprendiz de magia, dessa mágica deliciosa que é brincar com as palavras, pelo menos por enquanto ou por encanto...

by Giu


PS.: Só uma observação, não associem o que está no Blog, DIVAGAÇÕES, DEVANEIOS ou DELÍRIOS, ao dia do post. Primeiro, por tudo que está colocado no texto acima, e, segundo, minha mente é efervescente, tem muita coisa guardada que vai sendo colocada aos poucos.

PAZ, AMOR e muito AXÉ...



“Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço — não sei, não sei. Não sei se fico ou passo. Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada”

(Cecília Meireles)




Das observâncias...


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Observâncias...


Nem sei se existe essa palavra e, caso não exista mesmo, ouso inventá-la para tentar explicar uma das coisas que mais faço, observar...a vida, o cotidiano, as pessoas, enfim, o mundo ao meu redor. Faço isso de maneira automática, e vez em quando, me pego submersa na observância, mais ainda, tentando entender o porquê das "coisas", e aí reflito, reflito, reflito...

Ontem, li a seguinte notícia, "Cláudia Raia e Edson Celulari fazem passeio em família". Acredito que muitas pessoas devem ter ficado surpresas com isso, eu não. Muitos devem ter pensado, "mas eles não estão separados?", como se ao separar as pessoas devem tornar-se inimigas, rancorosas, amargas. Outros ainda, quando eles anunciaram que estavam oficialmente separados, devem ter lamentado o FIM do casamento, eu não.

Quero deixar bem claro que não sou contra casamento, sou contra aprisionamentos. Sou a favor do amor, da alegria, do ser feliz de verdade para só assim conseguir fazer as pessoas ao seu redor felizes também. Acho muito triste uma pessoa querer aprisionar perto de si alguém quando não existe mais amor, quando a felicidade há muito foi morar em outro lugar.

Quando as pessoas são bem resolvidas e realmente felizes, conseguem manter uma relação com a (o) ex, de respeito, afeto, harmonia, e quem mais ganha com isso são os filhos, e com certeza o ex-casal também. Mas para isso algumas coisas são fundamentais, dentre elas, AMOR PRÓPRIO, AUTO-ESTIMA ELEVADA, GENEROSIDADE, MATURIDADE, etc.; amor e felicidade não combinam com POSSE, CHANTAGEM EMOCIONAL, COVARDIA, AMARGURA.

Não estou fazendo apologia das relações superficiais, das pessoas simplesmente irem pulando de galho em galho de maneira leviana, do amor consumista (não quero mais, jogo fora), sem se preocupar com o outro ou com o sentimento do outro.

O que ficou para mim da notícia sobre a Cláudia Raia e o Celulari é que eles realmente se amaram, porque mesmo não sendo mais um casal, se respeitam, se admiram, enfim, ainda se amam, de maneira especial porque deve ter valido à pena cada dia dos anos que viveram sob o mesmo teto. Nas palavras dela: "A relação durou o tempo que tinha de durar. Somos extremamente companheiros, amigos, cultivamos o respeito e o carinho, e deixamos uma enorme prova de amor que tivemos um para o outro: os nossos filhos”.

Essa observância, em especial, me fez acrescentar nas minhas orações, "Deus, não permita jamais, que alguém que não me ama mais, fique na minha vida por pena de mim. Amém".


by Giu



"Em muitos trechos do caminho, às vezes bem longos, carregamos muito peso na alma sem também notar. A gente se acostuma muito fácil às circunstâncias difíceis que às vezes podem ser mudadas. A gente se adapta demais ao que faz nossos olhos brilharem menos. A gente camufla a exaustão. A gente inventa inúmeras maneiras para revestir o coração com isolamento acústico para evitar ouvi-lo. A gente faz de conta que a vida é assim mesmo e ponto. A gente arrasta bolas de ferro e faz de conta que carrega pétalas só pra não precisar fazer contato com as nossas insatisfações e agir para transformá-las. A gente carrega tanto peso, no sentimento, um bocado de vezes, porque resiste à mudança. Até o dia em que a alma, cansada de não ser olhada, encontra o seu jeito de ser vista e de dizer quem é que manda."

(Ana Jácomo)




sábado, 28 de agosto de 2010

Ternura


Imagem by Traquinagem da Jaku





Ah! Porque achei cute.
Porque eu também sou seduzida pela ternura...


by Giu