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Como você mesma sempre diz, TE SEQUESTREI...
Rá!
by Giu
Este é um espaço das delícias. Delícias em forma de palavras, poesias e muita imaginação. Cotidianos, meridianos, tardes insólitas, viagens interplanetárias, horas vadias...
Comprei um vestido vermelho, lindo, sexy, bárbaro!
Confesso que é o primeiro vestido de festa vermelho que vou vestir, e por ser o primeiro, fez-me refletir. Por que o primeiro? Por que é a cor do pecado? Por que só agora ouso cometer esse pecado?
A verdade é que chega determinado momento da nossa vida, na minha pelo menos, que podemos nos permitir realizar todos os desejos, vontades, ousadias. Momento em que não nos importamos mais com as opiniões dos outros, da multidão. Momento de preocupar-se somente com quem nos importa, interessa, faz diferença na nossa vida, amamos e nos faz feliz.
No Japão, quando um homem faz 60 anos, ele compra um blazer vermelho, antes ele não pode usar essa cor porque ela é atributo dos deuses. Quem tem permissão para usar o vermelho, tem permissão para tudo, é a cor dos privilegiados. No Ocidente, vermelho é a cor do pecado, da luxúria, da paixão.
Será que inconscientemente descobri que posso e devo usar a cor do pecado? Porque hoje sei que não é o pecado ou o medo do pecado que nos traz sabedoria, que a luxúria na dose certa não faz mal à ninguém e que a paixão é o que nos mantém vivos.
Quando uma mulher descobre certas coisas, ela passa a conhecer de onde se extrai o destino...
by Giu
"Viver é mágico e inteiramente inexplicável."
(Clarice Lispector)
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Porque assim é o amor,
Mesmo em corações de pedra, ele insiste em germinar...
(Graças à Deus!!!)
by Giu
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"Deixar que as coisas morram e abram espaço para o novo. Aceitar o intervalo da travessia, em que as coisas não têm mais a forma antiga nem ainda a forma nova. O tempo da crisálida: nem mais lagarta nem vôo ainda. Respeitar a cadência natural das gestações. Lembrar que precisamos ser delicados e generosos com nós mesmos para atravessar a frente fria até o sol surgir de novo. Lembrar que tudo é impermanente."
(Ana Jácomo)
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“Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço — não sei, não sei. Não sei se fico ou passo. Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada”
(Cecília Meireles)
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