quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tudo bem



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"Mas o teu amor me cura de uma loucura qualquer. 
É encostar no seu peito e se isso for algum defeito.
Por mim tudo bem..."

(Lulu Santos)












terça-feira, 10 de maio de 2011

Desassossegados



Imagem by Paulo Klaizer





"Prefiro os desajustados noturnos. 
Ao tédio daquelas pessoas que não sabem amanhecer" 

(Cazuza)




É por isso e mais um pouco que os anos se passaram e nossos caminhos se cruzaram, porque os desajustados, quando juntos se ajustam. E, os simples mortais não conseguem entender tal ajuste. E vão dormir. Enquanto nós, desajustados ajustados, amanhecemos e glorificamos a beleza de cada dia que lá no horizonte desponta em raios de sol.

by Salum H.



ADORO! Delírio, Delícia, Desassossegado! Just like me!

Giu





segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sensíveis



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Poucos são os que conseguem: 
No toque, sentir arrepio. 
Na música, a melodia. 
No beijo, o desejo. 
No coração... 

O calor de uma paixão.

Giu






domingo, 8 de maio de 2011

ANÚNCIO



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VENDO UM LOTE DE CORAGEM: Garantia absoluta de satisfação, espaço arejado e uma vista maravilhosa do horizonte. Não precisa fiador. Exijo somente que aproveite muito depois, pois quem tem CORAGEM certamente é feliz.

Giu



PS.: Não se preocupem, não vou ficar sem. É que eu tenho CORAGEM de sobra.





quinta-feira, 5 de maio de 2011

Como se fosse o último



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Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último para dizer “obrigada”. O último para dizer “me desculpa”. O último para dizer “eu te amo”. O último para abraçar cada pessoa amada com aquele abraço bom que faz um coração cantar para o outro. O último para apreciar a vida com o entusiasmo que não guarda nenhuma delícia nem ternura pra depois. O último para fazer as pazes. Para desfazer enganos. Para saborear com calma, como se me servissem um banquete, a preciosidade genuína que cada único respiro humano representa.

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último pra esquecer tolices. O último para ignorar o que, no fim das contas, não tem a menor importância. O último para rir até o coração dançar. O último para chorar toda dor que não transbordou e virou nódoa no tecido da vida. O último para deixar o coração aprontar todas as artes que quiser. O último para ser útil em toda circunstância que me for possível. O último para não deixar o tempo escoar inutilmente entre os dedos das horas.

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último para me maravilhar diante de cada expressão da natureza com o olhar demorado de quem olha pela primeira vez. O último para ouvir aquela música que acende sóis por toda a extensão da minha alma. O último para ler, de novo, o poema que diz tanto de mim que eu me sinto caber nos olhos do poeta que o escreveu. O último para desembaraçar os fios emaranhados dos medos que me acompanham.

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. Eu não perderia uma chance para me presentear com os agrados que me nutrem. Eu criaria mais oportunidades para dizer o meu amor. Para expressar a minha admiração. Para destacar para cada pessoa a beleza singular que ela tem. Para compartilhar. Eu não adiaria delicadezas. Não pouparia compreensão. Não desperdiçaria energia com perigos imaginários e com uma série de bobagens que só me afastam da vida.

Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, porque pode ser.

(Ana Jácomo)






quarta-feira, 4 de maio de 2011

Momentos




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Existem momentos na vida que a gente precisa nos dar colo. Acariciar o coração, plantar serenidade e esperar a tristeza ir embora.

Giu






segunda-feira, 2 de maio de 2011

Coragem



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"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." 
(Guimarães Rosa)




Ao longo da vida nos deparamos com situações que exigem de nós o ato de escolher, optar. Nem sempre sabemos o que decidir e nos deixamos levar. Vamos acumulando na bagagem da alma, pedras de medo, e não sabemos como soltá-las pelo caminho. Junto com o medo abraçamos a culpa e muita frustração.

Mas, se o que realmente desejamos é ser feliz de verdade, é preciso arriscar, escolher. Não existe outra maneira, outro caminho. Não podemos viver tentando nos equilibrar na corda bamba das dúvidas. Viver é risco, o amanhã é sempre inédito. E se deixarmos o medo nos dominar não há como saborear os prazeres da vida, padecemos em agonias desnecessárias.

Por medo do novo ficamos correndo atrás do conhecido, tentando desesperadamente ajustar nosso desejo ao que é mais fácil, não ao que se quer de verdade. É preciso coragem, é preciso força de vontade para desatar os nós, abrir as algemas, derrubar as cercas que nos aprisiona e oprime. 

Temos que tentar, sempre. Pelo menos tentar.  

Giu






domingo, 1 de maio de 2011

Sou sensível



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Não sou instável, sou sensível.

Tenho o coração repleto de afeto e a alma cheia de ternura. Não aprendi o segredo das armaduras da indiferença e a frieza das pessoas me gela a alma. Não sei viver sem amor. Carrego comigo a fé inabalável que o amor é o que existe de melhor e mais bonito no ser humano. O que é realmente belo está inscrito na nossa essência e reverbera ao nosso redor, através do carinho com que tocamos a alma e o coração de quem amamos. Quando duas almas se acariciam através da sua essência mais verdadeira, é porque aconteceu o encontro de um amor amor de verdade.

Giu







sábado, 30 de abril de 2011

Pra quem quer dançar com a vida



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Desilusão é quando nos damos conta de que um sonho bom que sonhamos acordados é tão enganoso como o sonho ruim que nos visita, vez ou outra, enquanto dormimos. É quando precisamos, mais despertos do que nunca, entrar em contato com a realidade. Olhá-la nos olhos, sem desviar o sentimento. Tocar a sua face e sentir a textura por vezes muito árida da sua pele. Ouvir, com todo ouvido de que somos capazes, as coisas geralmente difíceis que tem pra nos contar. Depois, caminharmos lado a lado, ainda confusos, ainda doídos, mas começando a sentir, bem devagarinho, que há também uma espécie de alívio que somente ela oferece.

Não há como se viver sem se correr o risco da ilusão e da desilusão. Até onde eu sei, não inventaram nenhum medicamento preventivo. Para se iludir e para se desiludir basta estar vivo e ter expectativa. Ideal talvez fosse experimentar a liberdade de não termos expectativa alguma, quem não espera não se frustra, mas essa me parece uma proposta ainda de difícil experimento, na prática. Quem quer pagar o preço de dançar com a vida, essa parceira de movimentos lindos e imprevistos, está exposto o tempo todo ao prazer e à dor enquanto baila no salão. Alguns, preferem permanecer sentados, olhando de longe, acompanhando com os pés e com o medo, solitariamente, o ritmo da música; acham mais seguro, embora a dor com as ardilezas dela chegue até eles mesmo assim. Outros, preferem levantar, dançar como sabem, dançar como podem, dançar com medo, e correr o risco de ser felizes também.

Estou desconfiada de que a gente cresce quando começa a aprender, com o sentimento, muito além da retórica, a não permitir que uma desilusão ou outra nos afaste de nós mesmos e nem dos nossos sonhos mais bonitos. Estou desconfiada de que a gente cresce quando é capaz de entender que estar vivo é perigoso, sim, é trabalhoso, sim, mas também é uma oportunidade rara e imperdível. Que há que se pagar o preço, se a ideia é ser feliz e inteiro, até onde a felicidade e a inteireza são possíveis. E que se pagando o preço, e que se correndo os riscos, existe a possibilidade de conseguirmos, em algum momento da nossa dança, tocar a face da realidade de forma terna e genuína e descobrir algo quase inacreditável: que por vezes a sua pele também pode ser viçosa. De verdade. Muito além até de qualquer sonho.

(Ana Jácomo)





Volúpia




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"Até hoje não consegui conquistar essa disciplina, 
essa macrobiótica dos sentimentos, 
essa frugalidade das emoções. 
Fico tomado de paixão."

(Caio F.)




EU TAMBÉM...