domingo, 25 de novembro de 2012

Geme, geme, geminiana





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"Vontade de, como um monge, experimentar silêncios.
Vontade de, como um bardo, sair cantando versos.
Geme, geme, geminiana como diz Chico
."

(Glória Diógenes)








quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Um novo amor...




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domingo, 18 de novembro de 2012

Doce prisão




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Aprisionada no teu sorriso, 
para nunca mais partir...

Giu





quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Reverdeço




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"E reverdeço
No rosa de umas tangerinas
E nos azuis de todos os começos."

(Hilda Hilst)







quarta-feira, 14 de novembro de 2012

AMOR(emédio)





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AMOR(emédio)

Cura a alma e as feridas do coração
Sem contra-indicação
Em doses excessivas
A única solução!

Giu





terça-feira, 13 de novembro de 2012

Talvez...




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Não sei em que momento me fechei...

Por mais que eu tente, não consigo precisar o exato momento em que minhas asas criaram vida própria e fugiram. Talvez não tenha sido um momento único, mas sim a sucessão de momentos que desencadearam em mim a vontade do silêncio da escrita, como se esse momento de catarse não me fosse mais permitido. Talvez tenha sido a vontade de acumular sentimentos, devorando-os um a um, para depois pari-los, deixando-os livres para nunca mais voltarem. Talvez tenha sido para testar o que muitos chamam de intuição, de difícil catalogação, aceitação. Talvez tenha sido pelo medo de trazer à tona o que eu desejava que ficasse oblíquo, camuflado, obscuro. Talvez tenha sido alguma estratégia de defesa que possibilitasse uma queda um pouco mais suave. Talvez tenha sido por infinitos motivos que jamais irei descobrir. Talvez eu volte, talvez eu fique por lá. Talvez...

Giu




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O medo do amor



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"Eu não tenho medo do amor. Eu tenho medo é de amar quem tem medo dele. Amar quem teme o amor é como se apaixonar por uma sucessão de desistências. É como viver apenas a possibilidade de algo, mas com a sensação de que ela nunca se estabelecerá. É ficar intranqüilo não com o amanhã, mas com os próximos minutos. Quem teme o amor vai embora antes de fazer as pazes com ele. Antes de saber que surpresas ele reservava. Quem teme o amor teme caminhar de mãos vazias em direção ao desconhecido. Está sempre baseado numa repetição do passado. E acha que a vida será como todos aqueles dias idos. Quem teme o amor não vê a pessoa que conheceu, não se dá a oportunidade de ser amado de outra forma. Quem teme o amor se envolve é com o drama de todas as feridas que vieram à tona porque ele não se permitiu ficar sozinho e confuso o suficiente para curá-las. Quem teme o amor não aprendeu a pedir ajuda nem a receber a cura do Universo. Ele se acha maior que o amor e não conjuga o verbo. Quem teme o amor consegue ser mais perverso do que quem o magoou.

Quem tem medo do amor, pra se preservar, não se permite delirar lindamente....e perde a parcela mais deliciosa que o amor prometeu....por medo de amar."

(Marla de Queiroz)





domingo, 28 de outubro de 2012

Ser feliz




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É preciso bancar a própria felicidade mesmo que ela passe por territórios estranhos aos outros, porque ser feliz, no final das contas, não é questão de sorte ou azar. 

É questão de querer ser...

Giu





segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Inteira




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"Te amei sonâmbula, esdrúxula, 
mas te amei inteira."

(Hilda Hilst)





sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Alívio



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Resposta do Danilo, POETA DA COLINA...



"O amor vem da gente
A mágoa vem do outro. 
A lágrima transforma tudo em alívio."